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Para médicos e terapeutas que querem entender o REAC® com precisão — o que ele faz, o que ainda não se sabe, e onde ele se encaixa ao lado da conduta que você já pratica. Sem promessas, sem pressão. Ao final, propomos uma breve auto-reflexão sobre a aderência da tecnologia à sua abordagem clínica.
O REAC® (Radio Electric Asymmetric Conveyer) é um dispositivo médico não-invasivo que atua no sistema de autorregulação cerebral, ajudando a restaurar a atividade bioelétrica endógena alterada por fatores epigenéticos, estresse e envelhecimento.
Foi desenvolvido pelos médicos Salvatore Rinaldi e Vania Fontani, no Instituto Rinaldi Fontani (Florença). A ação é sempre sobre o componente nervoso, neuropsíquico e tensional — sem agulhas, sem fármacos, em sessões de 10 a 15 minutos.
Há mais de 30 anos de pesquisa e +60 publicações revisadas por pares, indexadas no PubMed, com estudos conduzidos em instituições como USP, Universidade Fudan (China), Ludwig Boltzmann Institute (Áustria) e Instituto Rinaldi Fontani (Itália).
Sendo transparentes: parte desse corpo é observacional, e a evidência formal segue em construção. O que oferecemos é um mecanismo plausível, dados consistentes e décadas de uso clínico supervisionado — nada além disso.
Estritamente complementar. Citando o próprio Instituto Rinaldi Fontani: “não é necessário escolher entre REAC® e outros tratamentos — os protocolos podem ser realizados isolados ou associados a qualquer tratamento médico em curso”.
Não substituímos nem recomendamos interromper qualquer conduta que você já tenha estabelecido com o paciente.
As sessões REAC® não são indicadas para portadores de marca-passo nem para gestantes. Em qualquer caso de dúvida sobre o quadro do paciente, avaliamos individualmente antes de iniciar.
Não há efeitos adversos registrados em uso clínico supervisionado. Por ser não-invasivo, sem agulhas e sem administração de fármacos, o procedimento tem perfil de segurança elevado dentro do escopo de indicação.
O foco prioritário da REACare é o neurodesenvolvimento — Espectro Autista (TEA), Síndrome de Down, TDAH, Dislexia. Além disso: saúde mental (depressão, ansiedade, pânico), quadros tensionais e funcionais (burnout, insônia, cefaleias tensionais) e dor com componente neuropsíquico (fibromialgia).
Não é indicação: regeneração tecidual local, reabilitação esportiva, nem Parkinson, Alzheimer ou Esclerose Múltipla.
Avaliação inicial → definição do protocolo → ciclo de 18 sessões de 10–15 minutos, 2 a 3 vezes por semana → manutenção 2–3 vezes ao ano. O protocolo NPPO-CB é clinicamente preferível ao NPPO isolado, por potencializar a resposta via sistema límbico.
Trabalhamos com um modelo estruturado: comunicação direta entre nossa equipe clínica e o profissional referenciador e relatórios de evolução por paciente. O contato clínico é com o Dr. Fabio Bechelli, diretor clínico, com mais de 15 anos de prática direta com REAC®.
Quatro perguntas rápidas sobre o seu raciocínio clínico — não sobre o REAC®. A partir delas, organizamos o material e a conversa pelo ângulo que mais faz sentido para a forma como você já trabalha. Você pode também ver todos os resultados possíveis, sem responder nada.
É uma ferramenta de reflexão, não um teste com resposta certa. Nada do que você responder é enviado automaticamente — a conversa só começa se você quiser.